IMAGENS FORTES!!! A humilhação do crack na vida real, internação involuntária poderia salvar vidas?

As imagens são fortes, são de 2015 retirada da pagina www.febraci.org.br, mostra momentos de desespero de uma jovem implorando pela droga, ela chega a bater na próprio rosto e dá socos. VEJA O VÍDEO ABAIXO:

Internação involuntária para o tratamento do crack: por que é a saída em alguns casos?

Uma das melhores opções para auxiliares jovens e adultos que necessitam se libertar, por completo, da dependência química é a internação involuntária.

Mediante a complexidade que envolve o abuso de drogas — e os graves danos causados ao organismo — é preciso buscar soluções que minimizem o impacto do aumento do uso de entorpecentes na vida moderna.

Sob essa perspectiva, convém conhecer os principais fatores, caracteres e desafios que envolvem esse tipo de intervenção para o tratamento do crack. Para melhor compreensão do tema, abordaremos por que a internação involuntária é a saída em alguns casos. Acompanhe!

O que é crack e quais são os seus efeitos no organismo?

No Brasil, o crack surgiu no começo da década de 80. Esse tipo de droga é composto a partir da cocaína. Porém, como a cocaína é muito cara, os fabricantes inventaram o crack para tornar a droga mais barata. Assim, na formulação da droga utilizam somente o cloridrato da cocaína e acrescentam amônia e água destilada.

Desse modo, o crack é considerado a cocaína sob a forma de cristal. Geralmente, a cocaína é produzida na forma de pó. O crack, porém, é obtido em blocos de cristais sólidos e pode ter cores diferentes. As versões mais comuns desses cristais são na cor branca, amarela ou rosa claro.

Durante a utilização, a droga é aquecida e fumada. É chamada de “crack” devido ao som de um pequeno estalido que se ouve no aquecimento. A mistura de outras substâncias torna o efeito do crack muito mais forte que a cocaína comum.

Fumar crack faz com que a droga atinja a região cerebral muito rapidamente. Mas como o “barato” dura poucos minutos, o usuário requer cada vez mais a droga, o que potencializa o vício.

Isso acontece porque a sensação de euforia é intensa e imediata, porém de curta duração. Em relação às outras drogas, o risco de dependência do crack é muito maior, pois quando a substância é fumada pode causar dependência já no primeiro uso.

A rápida popularização dessa droga está relacionada ao baixo custo. Por isso, o crack é tão comum entre moradores de rua e desempregados. A droga é vendida por preços tão baixos que, inicialmente, até adolescentes podem adquiri-la facilmente.

Entretanto, depois que o indivíduo se torna dependente, a manutenção do uso fica bem mais elevada em razão do aumento crescente da quantia de substância necessária para sustentar o vício. Essa situação concorre para a vulnerabilidade aos crimes, como furto, roubo, prostituição, etç.

Efeitos em curto prazo

Os efeitos do crack podem variar conforme a quantidade utilizada. Geralmente, a droga provoca uma intensa euforia, mas que logo se esvai e faz com que o usuário experimente sintomas de depressão, instabilidade emocional e paranoia.

Além disso, muitos usuários não suportam essas sensações e são dominados por uma fissura por muito mais droga por não suportarem a falta da substância. Normalmente, os viciados em crack não se alimentam direito e nem dormem adequadamente. Tal condição concorre para graves complicações da saúde mental e física.

Entre os sintomas mais evidentes estão a taquicardia (coração acelerado) espasmos e dores musculares, náuseas e convulsões. Esses sintomas ocorrem independentemente da quantidade, da forma de utilização ou da frequência que o crack é consumido.

O abuso dessa substância eleva o grau de toxicidade dos órgãos nobres — coração, pulmão e cérebro —, o que aumenta a probabilidade de o dependente químico sofrer ataque cardíaco, crises de epilepsia, derrame cerebral ou insuficiência respiratória. Logo, o risco de morte súbita torna-se relativamente maior que entre os usuários de outras drogas.

Efeitos em longo prazo

Além dos riscos associados ao efeito da cocaína, os dependentes de crack estão mais propensos a problemas no aparelho respiratório, incluindo tosse e acúmulo de secreção. Com o uso contínuo desses tóxicos, acentuam-se dificuldades na respiração por causa dos progressivos danos às células pulmonares.

Se não houver a interrupção do uso do crack, o quadro pode evoluir para sangramento pulmonar e levar ao óbito. Em longo prazo, também podem surgir doenças infecciosas, danos graves ao coração, complicações no fígado e insuficiência renal.

Devido ao consumo diário e contínuo, a insônia e a perda de apetite tornam-se severas. Resulta, então, em desnutrição fisiológica e em comprometimento das funções metabólicas. O usuário passa a apresentar um comportamento muito agressivo, delírios e paranoia.

Portanto, para os usuários de crack, o risco à integridade física é bem maior. Quando o efeito da droga termina, surge uma grave depressão, que se torna gradativamente profunda e perigosa.

Tal condição torna o usuário cada vez mais frágil tanto mental quanto fisicamente. Ele fica transtornado, agressivo e é capaz de qualquer atitude para conseguir mais crack. Nessa situação, o dependente químico poderá cometer até homicídios, ou atentar contra a própria vida por não suportar tamanho desespero. com https://hospitalsantamonica.com.br/

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