Petrobrás poderá iniciar exploração de petróleo no Maranhão no 2° semestre de 2022

“Podemos entrar na exploração da Margem Equatorial no 2º semestre”, diz presidente da Petrobrás

Região se estende do litoral do Rio Grande do Norte ao Oiapoque (AP) e concentra as bacias Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar.

O presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, disse nesta quinta-feira (03) que a empresa pode entrar na exploração da Margem Equatorial no segundo semestre. A região se estende do litoral do Rio Grande do Norte ao Oiapoque (AP) e concentra as bacias Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar.

“A partir do segundo semestre podemos entrar na exploração da Margem Equatorial, fazendo furos para investigação. Há uma extensão de 400 quilômetros. Dependendo do sucesso, podemos ter boas surpresas pela frente”, afirmou Silva e Luna, durante sua participação no Latin America Investment Conference 2022, promovida pelo Credit Suisse.

Segundo o executivo, a Petrobras aprendeu com os problemas do passado a reforçar sua governança e criou um sistema “bastante robusto”. “Procuramos tomar decisões colegiadas técnicas, construindo vontade coletiva em torno das nossas decisões e não deixar pressões externas influenciarem. A companhia tem responsabilidade social, mas não pode fazer políticas públicas”, continuou.

“Nosso foco está na geração de valor para os nossos acionistas, investidores, União e para a sociedade de um modo geral.”

Segundo Silva e Luna, a gestão da Petrobras tem confiança nos resultados e está comprometida com os investidores. Nos últimos cinco anos a companhia pagou mais de R$ 1 trilhão em tributos.

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